Pedra do Forno

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Que tal caminhar por uma trilha em mata preservada, encontrar samambaiaçus e no final, em um trecho de rocha, atingir o topo da montanha sem maiores dificuldades. No cume avista-se os campos e montanhas de Gonçalves, região de Campos do Jordão e Monte Verde.

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A Pedra do Forno está 1.970 metros de altitude onde encontra-se uma capelinha e um cruzeiro. Com tempo bom pode-se avistar a Pedra Bonita, Pedra do Baú, Pedra de São Domingos e Pedra Chanfrada.

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O retorno se faz pela mesma trilha conferindo mais uma vez a beleza natural do caminho. Em uma hora de caminhada retorna-se a 1.600 metros de altitude e parada estratégica para almoço num tradicional restaurante mineiro.

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Uma trilha fácil onde à caminhada é apenas um bom motivo para contemplar a natureza e degustar a saborosa culinária mineira.

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Local: Gonçalves / MG.

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Pernoite no Baú

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Na busca de mais uma pernoite na montanha, seguimos para a Pedra do Baú que está a 1.950 m de altitude e pode ser avistada no Vale do Paraíba, Serra da Mantiqueira e Sul de Minas Gerais.

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O sol ao entardecer iluminava o imponente Baú com seus 340 m de altura e 540 m de comprimento. Estacionamos do lado do restaurante e após ajustes nos equipamentos seguimos por uma trilha bem demarcada, subindo em direção a Face Norte.

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A Face Norte começa com degraus de ferro alternando trechos em caminhos naturais na encosta do rochoso. A partir da “parada dos medrosos” a subida reservou uma boa dose de adrenalina devido ao alto grau de exposição até chegar ao topo da pedra.

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O clima estava muito bom. A noite registramos temperatura mínima de 10ºC e sem nenhum vento. O acampamento foi montado ao lado do que restou do antigo abrigo de montanha e o jantar foi preparado com muita fartura.

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Durante o amanhecer uma névoa encobriu todo o vale e foi logo dissipada pelo sol. A leste apreciamos a magnifica visão do Bauzinho e a oeste pode-se observar uma grande sombra do Baú despontando sobre a Pedra Ana Chata.

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Após um demorado café da manhã iniciamos a desmontagem do acampamento e preparação para descer a Face Sul. Deste lado da pedra a vegetação é mais abundante e alguns trechos aparentavam menor exposição.

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Ao chegar na base da pedra seguimos uma trilha a direita. Numa alternância de descidas e subidas atingimos novamente a base da Face Norte. Então descemos o trecho final até o estacionamento.

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Seja na subida ou descida da Pedra do Baú, usamos equipamentos do tipo bouldrier e talabarte duplo para proteção individual durante a movimentação entre os degraus de ferro.

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Mais um acampamento espetacular e literalmente sobre as nuvens!

Volta do Baú 30K

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Os “trail runners” largaram cedo, da praça da matriz de São Bento do Sapucaí, para uma jornada desafiadora. A prova Volta do Baú é mais uma daquelas corridas de montanha para se divertir e testar os limites de quem gosta de correr em meio à natureza.

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Uma prova de 30 km com lindas paisagens da Serra da Mantiqueira tendo como cenário principal o complexo rochoso do Baú. Um percurso para se conhecer as montanhas locais por estradinhas de terra e trilhas técnicas com aclives e declives generosos.

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Amanheceu com neblina e logo após a largada despontou um belo dia ensolarado. Após atravessar o Bairro do Quilombo seguimos pela serra do lado esquerdo do vale, em uma longa subida. Caminhar foi inevitável e paradas para fotografar foram constantes.

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Na descida para o fundo do vale se tem uma bela vista da Pedra do Baú. Logo atravessamos para o outro lado da serra. Neste ponto estava à metade do caminho e o inicio da segunda subida mais difícil da prova.

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Na segunda serra, tentava dar passadas longas e corridas curtas para superar a subida aos pés do Baú. Deste ponto surgiram trilhas mais técnicas e com todo cuidado os obstáculos foram vencidos.

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O percurso foi acima dos 1.700 metros de altitude quando corremos na trilha que vai até a Pedra Ana Chata. No meio da trilha descemos por dentro de uma mata por traz da Ana Chata e seguimos pela crista até cruzar um pasto e adentrar uma nova mata.

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Numa descendente o percurso alternava um sobe e desce, como também, trilhas na mata e pastos até chegar ao Mirante do Cruzeiro. Finalmente de volta a praça da matriz.

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Uma corrida de montanha excepcional que aliada a uma boa estratégia de prova, treino dedicado e muita perseverança resulta numa chegada alegre e sem grande exaustão.

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Fotos: Kleber Luz e Wladimir Togumi – adventuremag.

Trilha do Bauzinho

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O Bauzinho, do alto da serra da Mantiqueira, protegido pela natureza, cercado de matas, este imponente granito a 1.760 metros de altitude é parte do Complexo Rochoso da Pedra do Baú.

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O acesso é por uma trilha na mata do Bauzinho, que está ao lado da Pedra do Baú, em São Bento do Sapucaí. A caminhada inicia num campo aberto inclinado e à medida que caminhamos fica evidente a subida na encosta protegida pela mata onde um descanso e fotos são obrigatórios.

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Após aproximadamente duas horas de caminhada, o Bauzinho defronta-se com a fantástica formação rochosa do Baú e no fundo do vale observa-se o município de São Bento do Sapucaí.

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Avista-se também o belo vale do Paiol, uma exuberante serra entre São Paulo e Minas Gerais. No retorno, o caminho contorna a Pedra do Baú pela mata onde podemos ver as famosas escadinhas de ferro, tanto do lado de Campos do Jordão como de São Bento do Sapucaí.

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Local: São Bento do Sapucaí / SP

Caminhando na Mantiqueira

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O dia amanheceu mergulhado numa neblina fria até aparecer os primeiros raios de sol. Nossa direção, Serra da Mantiqueira. Destino, Pedra Ana Chata. Na estrada tivemos a oportunidade de observar o complexo rochoso do Baú e um pouco mais afastado, à esquerda, uma pedra aparentemente pequena. Puro engano! Sua grandeza se mede a cada passo até atingir o cume a 1.670 metros de altitude.

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Entre as várias trilhas existentes, escolhemos aquela em que podíamos caminhar e apreciar a vista das outras pedras. Saímos subindo uma colina em campo aberto entre poucas árvores. À medida que caminhávamos morro acima a dificuldade aumentou quando entramos na mata.

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Passamos pelo acesso ao Baú e descemos a trilha até atingir uma pequena clareira. Depois caminhamos bordeando a montanha numa constante subida, ainda sem visão da pedra, até alcançar a crista. Retomamos o fôlego! Deste ponto a trilha ficou menos íngreme. Mais a frente o caminho parecia um labirinto. Para nossa surpresa chegamos à entrada de uma gruta escura que é uma passagem natural por debaixo de uma grande rocha onde depois contornamos a mesma for fora até atingir um novo patamar.

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A partir da gruta estávamos praticamente escalaminhando a pedra e depois utilizamos escadinhas de ferro para ajudar na passagem em direção ao cume. Após mais alguns lances de escada abre-se uma vista panorâmica de tirar o fôlego. Deste ponto já podemos ver o vale e ao fundo o município de São Bento do Sapucaí.

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Em mais alguns passos superamos uma fenda na rocha chegando ao ponto mais alto da pedra. A recompensa final é a imponente Pedra do Baú que está numa posição lateral pouco conhecida. A primeira vista é como se tivéssemos aberto uma janela, da escuridão para luz. Uma poesia da natureza!

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