Domingo é Dia de Corrida

Como é bom correr no final de semana, seja numa prova ou treino. No treino o percurso pode ser sempre alterado na busca de novos caminhos pelas ruas de São José dos Campos – SP.

Neste domingo, a umidade estava alta com temperatura de 25°C e vento constante que garantiu uma sensação térmica agradável. O percurso de 19 km foi agraciado com alguns pontos turísticos de São José dos Campos.

Saindo da praça Ulisses Guimarães, Jardim Aquarius, desci em direção ao Anel Viário sentido Banhado. No km 3 iniciei o trecho onde pude avistar a bela vista panorâmica do Banhado.

Subi sentido av. Anchieta. No final da av. São José já estava no km 6. Neste trecho desci e segui pela av. Rui Barbosa até a ponte Minas Gerais, que atravessa o rio Paraíba do Sul.

No km 10 cheguei no Centro Comunitário do Alto da Ponte. Após paradinha para banheiro, comecei o retorno pela av. Olívio Gomes, passando em frente ao Parque Burle Marx, que é outro cartão postal da cidade.

Quando cheguei na igreja Matriz tinha passado do km 13, então segui pela rua Vilaça, centro da cidade, até chegar na av. Teotônio Vilela, também conhecido como Fundo do Vale, e já estava no km 15.

Entre subidas e descidas, alternei pequenos trechos de asfalto e gramado até avistar novamente o Anel Viário, com vista dos edifícios do Jardim Aquarius.

Assim terminei este treino “longuinho” pelas vias urbanas da minha cidade natal em um agradável domingo do inicio da primavera.

Quanto ao ganho e perda de elevação, somou 350 m, numa altitude de 610 m.

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Lua Interior

Ao caminhar na montanha, a Lua surgiu apressadamente durante aquele entardecer. Parecia tão perto como uma mãe protetora, mas não se engane, em outras noites frias ela ficou indiferente e apática, quase não apareceu.

O vento gélido trouxe recolhimento…

Entre a Lua e a Terra as distâncias são verdadeiramente astronômicas… E certamente descuidamos de quão distante estamos de nós mesmos.

Ao amanhecer na montanha, a luz brilhou radiante. Era um novo despertar que aquentou os campistas. A Lua, esplendida no céu, permaneceu ali, até que a claridade tomou conta do dia e ela se foi.

O alvorecer trouxe desprendimento…

Como sempre não vi o lado escuro da Lua… E seguramente dentro de nós habita um lado obscuro, um manto que devemos descortinar.

Sobre Rochas

” Sobre rochas eu ando. Não importa se arenito, basalto ou calcário. Também pode ser granito, quartzito ou até dolomito. Mas especial mesmo é o Filito, Sienito e Xisto. Quem é quem, não sei muito bem, mas eu garanto que caminho sobre rochas.”

O trekking para o subir o Pico dos Marins é considerado de dificuldade média-pesada. Como a subida não requer equipamentos de escalada é denominada escalaminhada, ou seja, nos pontos mais difíceis será necessário o uso das mãos em rochas ou arbustos, tanto na ascensão quanto na descida. O uso de cordas pode facilitar em alguns pontos da trilha. Em outros aproveita-se as fendas e agarras, use o máximo da aderência das mãos e pés.

Como sempre, é bom estar acompanhado com alguém experiente para dar dicas, principalmente se é a primeira vez na rocha. Prepare-se para viver uma experiência única. Sentir na pele o esforço físico. Dizer que o coração vai sair pela boca. Dos músculos doerem após passarem dias da caminhada. A sensação pode ser fascinante ou horrível. Estar mentalmente positivo ajuda bastante. Por isso, caminhar sobre rochas não é para qualquer um. 

Atos de Virtude

” Nas intempéries da montanha as virtudes humanas são moldadas, às vezes, a duras penas quando não estamos atentos aos sinais. “

Ato I – Entusiasmo

É energia interior que promove a vitalidade para executar o plano traçado.

Ato II – Paciência

É o controle das emoções e desejos, atraindo esperança e bem-estar no dia-a-dia.

Ato III – Coragem

É o exercício do domínio do medo diante de situações difíceis e adversidades da vida.

Ato IV – Flexibilidade

É constante adaptação às circunstâncias e relacionamentos, criando condições para permanecer firme.

Ato V – Disciplina

É ordem em harmonia aos preceitos estabelecidos, com tolerância e perseverança para a vida ser possível.

Ato VI – Generosidade

É verdadeiramente gostar do outro e ajudar sem nada em troca, no constante exercício do desapego e caridade.

” Nas longas caminhadas da vida, de nada vale as virtudes se não mergulhar no interior de si para que o melhor transborde. “