Subindo a Serra

Após correr a meia maratona do aniversário de Caraguatatuba, subimos a serra no domingo seguinte para uma corrida de montanha.

A “Move Trail Run” aconteceu na estancia climática de Cunha / SP com largada no Parque Lavapés. Para não perder a oportunidade fomos na distância de 18 km.

Uma prova bem organizada visando à disseminação da modalidade que teve uma volta promocional onde os atletas correram o primeiro km pelo centro da cidade e passaram ao redor da igreja matriz.

Ao retornar em direção ao Parque Lavapés, desviou para fora da cidade em direção as estradas rurais.

Entre aclives e declives constantes por estradas de terra, o ganho e perda de elevação somou 1025 metros numa altitude máxima de 980 metros.

Do litoral para serra, a paisagem mudou completamente. Foi tomada por campos verdes e colinas bucólicas.

Após este desafio, nos restou ir passear no Lavandário e depois degustar os quitutes na 18ª Festa do Pinhão.

 

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Descendo a Serra

Descemos a Serra do Mar em direção ao litoral norte de São Paulo para participar da Meia Maratona do Aniversário de Caraguatatuba.

Em dois domingos seguidos, participamos de duas provas. Ambas com elevação e tipo do terreno bem diferente, e altitude variando de quase 0 a 900 metros.

A largada da meia maratona aconteceu na orla da praia do Porto Novo. Como saiu um pouco antes das 7:30 da manhã, pegou de surpresa alguns atletas que ainda estavam chegando. Este deslize da organização foi compensado pela boa estrutura de prova.

Uma meia maratona no litoral tem suas vantagens. Além do belíssimo visual da costa, o percurso foi praticamente cem por cento plano e com posto d’água a cada 2 km.

No domingo seguinte a estória foi totalmente outra quando subimos a serra, mas este desafio vamos mostrar no próximo post.

Corrida em Natividade da Serra

A expectativa era grande para esta corrida de rua em Natividade da Serra. A começar pela natureza exuberante, formada por pastagens, florestas, cachoeiras, na confluência dos rios Paraitinga e Paraibuna e às margens da represa da CESP – Companhia Energética de São Paulo. Outro destaque é a localização na região do Alto Paraíba e Serra do Mar, a 720 metros de altitude, com 80% de extensão territorial montanhosa. Então já era esperado um percurso desafiador e ao mesmo tempo de belas paisagens.

Outro ponto alto dessa corrida é o evento em si. A bucólica e pacata cidade de Natividade da Serra, de um povo simples e acolhedor, enfeitou a Praça do Centro Cultural com um varal de roupa de Papai Noel e um presépio de Natal. Durante o evento um locutor e uma banda de rock’n’roll animaram os corredores, visitantes e moradores.

A corrida Jerônimo Gomez Villarino é uma iniciativa da associação de moradores do bairro da Marmelada. O evento começou com corridas para as crianças e adolescentes, e depois teve a largada para o público adulto nas distancias de 5 e 10 km. Foi uma corrida de rua desafiadora e alegre.

Treinão – Pedra Montada

Desta vez deixei de fazer o treino de final de semana nas vias urbanas e segui para o município de Guararema / SP.

Esta prova é denominada “treinão”, ou seja, aquela onde não se tem chip, marcação de tempos e classificação final. É um treino onde reforça que a competição será consigo mesmo.

O local deste “treinão” foi na região do Parque Municipal da Pedra Montada, com largada e chegada dentro do parque.

O percurso de 12 km seguiu por estradas de terra, somando um total de 663 metros entre ganho e perda de elevação, e altitude máxima de 755 m.

No final, o percurso da prova entra no parque, passa pela Pedra do Tubarão e termina na Pedra Montada, cuja sobreposição de duas pedras dá nome ao parque. As pedras chamam atenção devido ao tamanho e terem uma pequena área de contato entre elas.

Estima-se que a pedra de cima tenha 45 m3 e aproximadamente 50 toneladas. A pedra da base é maior e está parcialmente enterrada.

O parque abriga outras dezenas de pedras tão grande e pesadas quanto estas.

Um “treinão” que valorizou o percurso com a chegada na Pedra Montada.

Correr é Humano!

NO TEMPO DAS CAVERNAS:

A história da corrida talvez tenha iniciado com a própria história da humanidade. O homem das cavernas, na sua natureza nômade, em atividades de caça e fuga dos perigos, para sua sobrevivência, certamente tinha que andar e correr longas distâncias.

Talvez o andar e correr possam ser considerados um dos grandes avanços, no corpo físico e funções cerebrais, da espécie humana, para nos tornar o que somos hoje.

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NO TEMPO ANTIGO:

Tanto a corrida como outros esportes era praticada muito antes de qualquer registro escrito ou arqueológico. Seja nas dinastias egípcias ou chinesas, milênios antes da era Cristã; E depois na Grécia, com o início dos jogos olímpicos em 776 a.C, nos esportes como atletismo e maratona.

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NO TEMPO ATUAL:

Atualmente a busca pela boa forma, tem colocado a corrida como uma atividade física praticada por milhões de pessoas em todo o planeta. Se a busca é por uma qualidade de vida melhor ou superar um desafio próprio, esta prática, vai além do simples ato de correr quando se busca o auto conhecimento. 

Enfim, correr é preciso, e quem sabe está nos ajudando a conhecer melhor esses corpos que habitamos.

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CATEGORIA CORRIDAS:

Encontramos relatos em provas clássicas do calendário de corrida de rua brasileiro, como a famosa São Silvestre. Temos a oportunidade de vivenciar as provas de longa distância como as meia maratonas e maratonas. E ir além dos 42.195 metros, distância oficial das maratonas, em novos desafios e principalmente nas corridas de montanha.

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MEDALHAS DE PARTICIPAÇÃO:

Na página Contato, sub página Medalhas de Participação, temos o histórico, desde 2004, das participações em corridas.

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Retrospectiva – Categoria Corrida

Na categoria Corrida, apesar da participação em mais de uma centena e meia de provas, o foco dos relatos são as corridas de montanha.

O início nas corridas de montanha foi na corrida rupestre de Sapucaí Mirim em 2005. O percurso dessa prova passa por estradas rurais e pastos. Mas foi em 2009 a estreia numa verdadeira prova de montanha chamada ‘Desafio Pico do Itapeva’ em 48 km de muito morro, município de Campos do Jordão.

Inclusive na Serra da Mantiqueira, nos municípios de Campos do Jordão, Extrema, São Bento do Sapucaí e Passa Quatro temos muitas corridas de montanha com alto grau de dificuldade.

No litoral norte do estado de São Paulo, entre Ubatuba e São Sebastião, também temos uma dezena de corridas que percorrem caminhos dentro da Serra do Mar e região costeira.

Algumas outras por esse Brasil afora podemos destacar as provas na Serra da Graciosa em Morretes / PR e o DesaFrio em Urubici / SC.

Esse mundo das corridas de montanha é fantástico. Temos provas para todos, do iniciante amador a elite profissional. Nas distancias curtas e longas. Com desníveis e terrenos extremos.

Em suma, considerando os posts publicados nessa categoria, os destaques são:

Bora lá pros treinos e novos desafios!

Forte Abraço!!!

Kleber Luz

Corrida da Virada

Que tal uma corrida no último dia do ano?

E que não seja a famosa corrida de São Silvestre.

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A corrida da Virada Joseense na sua 6ª edição se tornou uma prova tradicional em São José dos Campos – SP.

Por ser uma corrida no mesmo dia, horário e distância da corrida de São Silvestre, a Virada Joseense tem distância de 15 Km, e também de 5 Km.

O percurso é na Estrada Municipal Pedro Moacir de Almeida, Vargem Grande, região norte da cidade, com largada e chegada no Clube de Campo Luso Brasileiro, onde avistamos belos campos e pastos.

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O evento tem tradição de receber atletas das cidades do Vale do Paraíba e de outros estados como São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro entre outros.

A organização da prova é muito boa. Inclusive neste ano tivemos mesa de frutas para os atletas. Outro ponto alto é o astral da prova, com alegria e confraternização entre os participantes. Como são aproximadamente 1.200 atletas, temos uma corrida de qualidade, sem tumulto e atropelamento na largada.

O desafio dos 15 Km tem o agravante do calor e sol de dezembro. Por outro lado o ganho de elevação não passa de 90 metros em terreno de asfalto.

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Enfim, aproveitamos este momento para relembrar e agradecer as oportunidades que recebemos e também quanto aos desafios superados. Nesse momento de passagem, renovamos nossa esperança no desejo de paz, saúde e prosperidade para podermos vislumbrar novos desafios.

Boas Festas e Feliz 2017 !

Longão – Estradas Rurais de São José dos Campos

Seguindo a planilha para o penúltimo longão, no domingo bem cedo saí em direção ao Centro Comunitário Alto da Ponte, em São José dos Campos.

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Basicamente o percurso seria na estrada do Sertãozinho, estrada da Walkillândia, rodovia Monteiro Lobato e estrada da Água Soca.

Com tudo que preciso para repor as energias, levei na mochila água, isotônico, carboidrato em gel, proteína em barra, salgadinho, bananinha e duas mexericas.

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As 6 horas em ponto saí no asfalto. Após ponte sobre o rio Buquira segui a esquerda em direção a estrada de terra do Sertãozinho.

Com objetivo principal de trabalhar a resistência, o desafio seria manter o pace médio, considerando as constantes variações de elevação.

No km 8,5 subi o Sertãozinho, concentrado para vencer aquele morro da estrada. Na volta segui pela estrada da Walkilândia até chegar na SP-050 Km 107, rodovia Monteiro Lobato.

Em cerca de 1,5 km alcancei o acesso da estrada da Água Soca, que sobe atrás do clube de campo Cisne Real Park. Sempre atento, o momento era buscar a marca de duas horas de corrida.

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Desta vez, o foco era tempo de treino e não distância percorrida. A ideia era treinar corpo e mente para aquele esforço.

O percurso se mostrou desafiador com ganhos e perdas de elevação somados em 1.500 metros numa distância de 38 km, e altitudes variando entre 560 a 680 metros.

A volta exigiu seguir pelo mesmo percurso e assim completar o longão em 4 horas de corrida.

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Que venha o último longão antes do Desafrio em Urubici.

Treinão ao Norte da Ilhabela

Seguindo a planilha de treino para a próxima maratona de montanha, o final de semana com família e amigos em Ilhabela, não podia faltar os longinhos.

Como estávamos ao norte da ilha, pesquisei as distancias sem me importar com a altimetria. O longinho no sábado fechou em 23,5 km e no domingo mais 10,5 km.

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As seis da manhã a ventania trazia uma grande nebulosidade em direção ao canal de São Sebastião. O dia já estava quente e úmido.

Os desníveis me surpreenderam ao longo de todo o percurso com um ganho e perda de elevação de 974 metros.

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Saí em direção à praia da Siriúba. Na volta parei na praia da Guarapocaia, nome indígena que significa pedra que toca, também conhecida como praia do Sino. Depois vieram as praias do Pinto e da Armação, boas para prática de esportes náuticos.

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De volta a Ponta das Canas, trocamos o asfalto por uma estrada de terra com intermináveis subidas e descidas. Desse ponto, avistei a trilha, as margem de um riacho, que desce até a praia da Pacuíba.

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Pacoba aíba, do tupi-guarani, significa árvore da banana ruim que não se come. Praia selvagem de estreita faixa de areia, com pedras, pequeno riacho e mar transparente. Na recepção, borrachudos!

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“O dia amanhecendo entre nuvens trouxe um prêmio inesperado. Uma janela de luz se abriu no mar e aquele instante foi registrado.”

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De volta a estrada, segui em direção à praia do Jabaquara. Uma das praias mais belas do litoral norte paulista.

“Naquela manhã o mar corria na areia da praia em pequenas marolas. Era uma grande lagoa de águas tranquilas.”

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Praia de areia fofa com riachos cristalinos. Mergulhei no mar e me banhei no riacho. Como ainda restavam 1/3 da distância, o jeito foi encarrar as subidas e descidas de volta a Ponta das Canas.

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Veja o percurso e altimetria desse fantástico treino ao norte da ilha.

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