Deserto do Atacama

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O deserto do Atacama está localizado ao norte do Chile e faz fronteira com Argentina, Bolívia e Peru. Tem cerca de 1.000 km de extensão e 105.000 km² de superfície. Está ao lado da cordilheira dos Andes onde é permeado por uma dezena de vulcões em atividade ou extinto.

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O Atacama é considerado o deserto mais alto e árido da Terra. Os dias são quentes com manhãs e noites frias. Dependendo da altitude e vento as temperaturas podem variar de  – 25 °C a + 45 °C.

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A precipitação média é de cerca de 15 mm por ano, embora em Arica e Iquique registros indicam chuvas entre 1 mm a 3 mm por ano. Estudos mostram evidências que o Atacama pode não ter tido qualquer precipitação significativa entre 1570 a 1971.

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No interior do deserto é comum 18 % de máxima umidade relativa do ar. Na temporada dos ventos pode facilmente chegar a 100 km/h. Devido a radiação solar muito alta o espectro ultravioleta é extremo, então o tempo máximo de exposição ao sol sem nenhuma proteção não deve ultrapassar 20 minutos.

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San Pedro do Atacama é a principal porta de entrada para o deserto do Atacama. Tem cerca de 7.000 habitantes com toda infra-estrutura turística e comercial para que os visitantes possam pernoitar e acessar os principais atrativos naturais.

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Este oásis no meio do deserto está a 2.400 metros de altitude. Então qualquer deslocamento em direção a cordilheira dos Andes, as altitudes aumentam facilmente para mais de 4.000 metros e tem a montanha Ojos Del Salado, considerado um vulcão extinto, a maior altitude com 6.893 metros acima do nível do mar. Nas montanhas acima de 6.000 metros de altitude é comum ter neve o ano todo.

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Com toda esta grandiosidade e clima extremo, encontramos muitos turistas, do mundo todo, perambulando pela “calle” principal chamada Caracoles. Muitos em busca de uma fonte termal para relaxar. Outros interessados na cultura, história, astronomia ou arqueologia da região. E aos mais aventureiros a prática do trekking, montanhismo, cavalgada, mountain bike, sand board ou off-road.

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Siga-nos, pois vamos desvendar o deserto mais árido do mundo em busca de suas salinas, gêiseres, vulcões, montanhas, cânions, lagoas coloridas, vales verdejantes, rios de água cristalina e dunas douradas; Além é claro, de sua fauna.

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Local: San Pedro do Atacama / Chile.

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Duas Meias

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As corridas de montanha sempre reservam boas surpresas! Seja para reencontrar amigos de corrida de rua nas provas de montanha ou conhecer novos corredores de montanha.

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Outras surpresas são as corridas de montanha que vamos estrear. Desta vez foram duas meias maratonas de montanha, mais precisamente corridas cross-country em estradinhas de terra com morros e mais morros.

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A primeira foi uma prova noturna, O Rei da Montanha, realizada na região do Alto Tietê, Distrito de Sabaúna, em Mogi das Cruzes/SP. A segunda foi realizada numa floresta de eucaliptos, Corrida dos Eucaliptos, em fazendas no município de Santa Branca/SP.

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A corrida O Rei da Montanha foi em um sábado às 19h30min, enquanto que a Corrida dos Eucaliptos foi no primeiro dia do horário de verão num domingo às 9h15min da manhã que por sinal estava um calor infernal.

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Houve variação nas distâncias percorridas, tanto pra mais na corrida O Rei da Montanha quanto pra menos na Corrida dos Eucaliptos. Sinceramente fiquei com a sensação de ter corrido muito mais em ambas… Certamente devido a escuridão na prova noturna e o calor escaldante durante a prova diurna.

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Em ambas as provas o percurso estava bem sinalizado. Quanto ao terreno, apesar de não ter trilhas, nas estradinhas encontramos pedras, buracos, areia, galhos de árvores, terra fofa, curvas, aclives e declives. Então toda atenção, do inicio ao fim, foi essencial para evitar quedas.

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Durante a Corrida dos Eucaliptos, para minimizar a perda de fluidos e aumento da temperatura corporal, bebi mais água e isotônico para repor líquidos e sais minerais. Durante o percurso busquei trechos protegido pela sombra das árvores e reduzi o ritmo.

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As duas meias maratonas de montanha foram numa mesma semana. Os resultados foram bons considerando os desafios superados em cada prova. Medidas como atenção redobrada no ambiente e auto-observação garantiram, em cada prova, uma chegada segura.

Fotos: Alexandre Janotti e Wladimir Togumi.

Canoa de Voga

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A canoa de voga é esculpida a partir de um único tronco de árvore do guapuruvu, cedro ou jequitibá, e chegava a ter 20 m de comprimento por 2 m de largura. O conhecimento da construção foi transmitido oralmente pelos nativos que habitaram a região.

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Ainda hoje vemos nas comunidades caiçaras a canoa de voga como meio de locomoção. No início era canoa a remo, então se acrescentou a vela dando origem ao nome, e depois adaptada para motor.

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No período colonial a canoa de voga foi muito utilizada para transporte de material para construção dos engenhos e fazendas, como também, transporte de açúcar, café e aguardente para as embarcações da época.

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Para Santos e Rio de Janeiro, transportavam tabaco, aguardente e uma infinidade de frutas, hortaliças, aves, ovos, cabritos, esteiras, objetos de barro, além é claro, de passageiros. Retornavam com arroz, feijão e carne. Ainda hoje são usadas para pesca e transporte de pessoas e produtos.

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A canoa de voga resiste aos tempos modernos de embarcações a motor, construída em fibra ou alumínio, onde o rigor da legislação ambiental proíbe o corte de árvores e a constatação da falta dos antigos mestres canoeiros.

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A canoa de voga é símbolo da relação de harmonia do caiçara com a natureza. Da mata que provê água doce, alimento e madeira como recurso para o caiçara adentrar ao mar em busca do pescado e se locomover entre as praias, ilhas e continente.

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Existem várias comunidades tradicionais caiçaras tanto no interior como no entorno do Parque Estadual de Ilhabela. Algumas comunidades estão no Saco do Sombrio, Bonete, Castelhanos, ilhas da Vitória e dos Búzios.

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Então nas trilhas pudemos ouvir historias fantásticas de viagens, contadas através de gerações, das lembranças dos caiçaras… Que marcam o ritmo da remada, esperam o melhor vento ou trançam a rede no Canto do Nema.

Astros

Esta interessante animação mostra uma comparação do tamanho dos astros. Tudo começa com a Lua, satélite natural da Terra.

Quanto ao afastamento entre os corpos celestes, a Lua está a cerca de 384 mil km distante da Terra.

Depois do Sol, a estrela mais próxima da Terra é a Proxima Centauri a 4,2 anos-luz, ou cerca de 40 triliões de km de distância da Terra.

O maior astro celeste conhecido é a VY Canis Majoris, estrela hiper-gigante vermelha que está a 4.892 anos-luz da Terra. Se 40 triliões já é impossível imaginar a distância, nesta então, sem comentários…

Então vamos embarcar nesta jornada onde estes corpos celestes gigantes mostram que nosso planeta é um ínfimo grão de areia e quase distante de tudo na imensidão do Universo

E ainda existem pessoas que se acham o centro do universo.

Vídeo: morn1415