Pedra Assentada

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A Pedra Assentada é mais um atrativo natural da unidade de conservação de proteção integral, o Parque Nacional de Itatiaia (PNI).

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A trilha é a mesma das Prateleiras até a base. Deste ponto segue-se um caminho a esquerda passando ao lado das Prateleiras até a Pedra da Tartaruga e Pedra da Maçã.

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O maciço rochoso que se destaca ao fundo é a Pedra Assentada e ainda não é possível ver a grande rocha no seu cume que dá nome ao maciço.

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Seguindo a leste, a trilha termina na sua base e começa uma seqüência de boas escalaminhadas até à grande rocha. Para acessar o cume é necessário escalá-la.

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Interessante observar, do outro lado da pedra, o caminho da Travessia Ruy Braga que termina na parte baixa do parque nacional. Com olhar atento ainda pode-se ver as ruínas de um posto meteorológico instalado na década de 1910.

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Olhando a oeste, se tem a vista, a partir de um ângulo bem diferente, do conjunto rochoso das Prateleiras e suas formações no mínimo curiosas. Mais ao fundo o despenhadeiro se abre para o Vale do Paraíba.

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O Maciço de Itatiaia é um processo erosivo de milhões de anos de um antigo vulcão. Então, qualquer formação, como a Pedra Assentada, aparentemente insignificante se torna magnificente a cada passo em direção ao cume.

Local: Parque Nacional de Itatiaia / RJ.

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Salve o Planeta

Campanha onde os animais passam por situações engraçadas ensinando sobre a preservação do meio ambiente e uso consciente da energia.

As animações são expressivas e falam por si sós. Vale a pena conferir!

Vídeo: Animal Planet

Pernoite no Marins

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O amanhecer na serra de Piquete nos presenteou com os primeiros raios de sol e uma grande nebulosidade na subida das montanhas da Mantiqueira.

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Chegamos ao Morro do Careca, a 1.608 metros de altitude, ainda sem visibilidade dos maciços. O caminho já anunciava as íngremes encostas rochosas.

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Ao adentrar a trilha seguimos numa ascendente elevação. Passamos por uma seqüência de três mirantes até atingir a cota 2.077 metros. Com ventos constantes as montanhas ao norte estavam à vista. 

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Iniciamos a subida do primeiro maciço. Como numa dança frenética as nuvens se dissipavam e acumulavam rapidamente. Após o segundo maciço atingimos o quarto mirante a 2.250 metros.

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O dia cada vez mais bonito tornara a dificuldade da subida menos penosa. Ao chegar à nascente do ribeirão Passa Quatro, a 2.300 metros, seguimos numa seqüência de escalaminhadas até atingir o cume.

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Ascendemos o Pico dos Marins a 2.421 metros de altitude. Faltando três horas para o crepúsculo tivemos todo o tempo do mundo para montar acampamento, preparar um saboroso café da tarde e registrar em muitas fotos aquele pôr-do-sol.

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Ao entardecer registramos uma visão insólita do lado do Vale do Paraíba. Sobre o mar de nuvens formou uma grande sombra do Marins e logo acima a lua cheia já despontava no céu.

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O vento gelado soprava suave e a temperatura mínima atingiu a marca de 2°C com uma sensação térmica menor. A meia-noite, os intrépidos saíram da barraca para apreciar a luz da lua que clareava fortemente o topo da montanha.

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Durante a descida tivemos o privilégio de contemplar o aparente isolamento do Marinzinho, provocado pelo mar de nuvens, entre a Pedra Redonda, Pico do Itaguaré e mais ao fundo Serra Fina.

Nunca Pare de Explorar

“Os seres humanos têm sido sempre movido pela curiosidade e alimentado por uma            necessidade inata de explorar. Há um fascínio em busca do desconhecido.             Nunca pare de explorar.”

Buzz Aldrin

Vídeo: The North Face