Torres del Paine – parte 3

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Saímos bem cedo do camping Italiano. A caminhada seguiu descendo até o Lago Nordenskjold.

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Nesta etapa a trilha alternou colinas e passagem de riachos até iniciar uma longa subida em direção ao Paso de Los Vientos e descida ao refúgio Chileno. Após descanso subimos em direção ao acampamento Torres localizado dentro do Vale Ascencio.

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Como amanheceu um dia nebuloso resolvemos ficar no acampamento e fazer um almoço especial aproveitando todas as sobras de comida. Foi uma prévia da celebração que faríamos no retorno a civilização.

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Naquela tarde seguimos confiantes e determinados em subir a montanha para ver as torres. Para nossa surpresa, mais uma vez o micro clima mudou a paisagem local e fomos presenteados com as Torres Del Paine totalmente descobertas. Momento de contemplação e agradecimento!

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No dia seguinte, com a sensação de dever cumprido, levantamos acampamento, fizemos as mochilas e seguimos montanha abaixo onde pegamos uma van e depois um ônibus para retorno a Puerto Natales.

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Estávamos completamente exaustos mas imensamente realizados! Todos são e salvos, apesar de algumas bolhas nos pés e dores musculares.

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Como que saindo de um transe… Mergulhamos em nossos medos, respeitamos a grandeza daquele lugar e fomos além dos nossos limites. Já não éramos mais os mesmos, nossos corpos estavam doidos e nossas mentes despertas! Um estado de consciência do verdadeiro Ser.

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Pico Queixo da Anta

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O Pico Queixo D’Anta ou também como é conhecida na região, Serra do Queixo da Anta ou Focinho da Anta, tem o maciço rochoso em destaque na típica paisagem da Mantiqueira.

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Em direção a São Francisco Xavier e próximo ao bairro dos Remédios, saímos do asfalto por uma estrada de terra até uma propriedade particular onde temos acesso à trilha. A serra do Queixo da Anta está na divisa com o município de Sapucaí Mirim – MG.

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A trilha começa em terreno pouco íngreme em mata aberta, e vai ficando mais fechada na medida em que subimos a encosta da montanha. Em meia hora de caminhada é bom repor água no cantil para não faltar quando a trilha ficar mais íngreme no trecho final.

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Na subida forte vamos passar por tocas de pedra e bromélias, chegando à parte da trilha de pedra. Na parte final paramos para descansar e tirar fotos no primeiro mirante onde podemos apreciar uma vista dos bairros de Santa Bárbara, Remédios e Morro do UHF.

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Em seguida, seguimos em direção ao Focinho da Anta, o ponto mais alto da pedra, a 1.740 metros de altitude. Deste ponto avistamos uma paisagem privilegiada da Serra da Mantiqueira, com vista para São Francisco Xavier, Serra dos Poncianos e o município de São José dos Campos – SP.

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Local: São Francisco Xavier / SP

Caminhando na Mantiqueira

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O dia amanheceu mergulhado numa neblina fria até aparecer os primeiros raios de sol. Nossa direção, Serra da Mantiqueira. Destino, Pedra Ana Chata. Na estrada tivemos a oportunidade de observar o complexo rochoso do Baú e um pouco mais afastado, à esquerda, uma pedra aparentemente pequena. Puro engano! Sua grandeza se mede a cada passo até atingir o cume a 1.670 metros de altitude.

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Entre as várias trilhas existentes, escolhemos aquela em que podíamos caminhar e apreciar a vista das outras pedras. Saímos subindo uma colina em campo aberto entre poucas árvores. À medida que caminhávamos morro acima a dificuldade aumentou quando entramos na mata.

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Passamos pelo acesso ao Baú e descemos a trilha até atingir uma pequena clareira. Depois caminhamos bordeando a montanha numa constante subida, ainda sem visão da pedra, até alcançar a crista. Retomamos o fôlego! Deste ponto a trilha ficou menos íngreme. Mais a frente o caminho parecia um labirinto. Para nossa surpresa chegamos à entrada de uma gruta escura que é uma passagem natural por debaixo de uma grande rocha onde depois contornamos a mesma for fora até atingir um novo patamar.

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A partir da gruta estávamos praticamente escalaminhando a pedra e depois utilizamos escadinhas de ferro para ajudar na passagem em direção ao cume. Após mais alguns lances de escada abre-se uma vista panorâmica de tirar o fôlego. Deste ponto já podemos ver o vale e ao fundo o município de São Bento do Sapucaí.

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Em mais alguns passos superamos uma fenda na rocha chegando ao ponto mais alto da pedra. A recompensa final é a imponente Pedra do Baú que está numa posição lateral pouco conhecida. A primeira vista é como se tivéssemos aberto uma janela, da escuridão para luz. Uma poesia da natureza!

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